Fabricando Tom Zé

Ah, Zezinho. Indicação de + o Hilquias (artigo denota intimidade, né?).
- Baixe Grande Liquidação porque eu gosto mais de Estudando o Samba.
Baixei. Fiz o down, tá ligado?. E meu desgosto foi enorme, grande mesmo. Mó sensação de WHAT THE SHIT?. Não lembro se na ocasião disse isso a ele (Hilquias) ou não. Lembro apenas que, por consideração (opinião de [agora ex] namorado deve ser levada em conta, acho) não enviei o álbum para a pasta trash, a primeira a ser excluída quando o HD enchia (40 gb, céus).
O tempo passa e as casas também. Sem internet, fui/sou obrigada a ouvir DIREITO o montante de coisas que baixei compulsivamente durante um ano inteirinho. Tom Zé. Acho a primeira música bonitinha. A segunda eu passo. A terceira eu ouço do começo ao fim. Mais uma vez. E outra. E cantarolo o dia todo. Namorinho no portão, suspiro. Do tempo em que pegar na mão era um sacrilégio ante o público, mas passo pulado quando ‘no reservado’.
Assisti ao documentário na sexta. Ri pacas. O cara é MUITO engraçado, figurão dos grandes (ninguém percebeu o pleonasmo, disfarça). Quando ele fala sobre tocar enceradeira, quando ele mostra aos gringos que brasileiro não foi feito para ser pisado, não senhor, vá pra porra. Enfim. E teve bônus: Mutantes cantando ‘dois mil e um’, letra ‘inacabada’ de Tom.
Agora eu vou esperar as férias para baixar Estudando o Samba e fazer média com Hilquias, wub.
- Baixe Grande Liquidação porque eu gosto mais de Estudando o Samba.
Baixei. Fiz o down, tá ligado?. E meu desgosto foi enorme, grande mesmo. Mó sensação de WHAT THE SHIT?. Não lembro se na ocasião disse isso a ele (Hilquias) ou não. Lembro apenas que, por consideração (opinião de [agora ex] namorado deve ser levada em conta, acho) não enviei o álbum para a pasta trash, a primeira a ser excluída quando o HD enchia (40 gb, céus).
O tempo passa e as casas também. Sem internet, fui/sou obrigada a ouvir DIREITO o montante de coisas que baixei compulsivamente durante um ano inteirinho. Tom Zé. Acho a primeira música bonitinha. A segunda eu passo. A terceira eu ouço do começo ao fim. Mais uma vez. E outra. E cantarolo o dia todo. Namorinho no portão, suspiro. Do tempo em que pegar na mão era um sacrilégio ante o público, mas passo pulado quando ‘no reservado’.
Assisti ao documentário na sexta. Ri pacas. O cara é MUITO engraçado, figurão dos grandes (ninguém percebeu o pleonasmo, disfarça). Quando ele fala sobre tocar enceradeira, quando ele mostra aos gringos que brasileiro não foi feito para ser pisado, não senhor, vá pra porra. Enfim. E teve bônus: Mutantes cantando ‘dois mil e um’, letra ‘inacabada’ de Tom.
Agora eu vou esperar as férias para baixar Estudando o Samba e fazer média com Hilquias, wub.
É somente requentar,
E usar
Porque é made, made, made
Made in Braziiiiiil.
*dobra o joelho*
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