Paris, te amo
ATENÇÃO: este post não contém spoilers. Ele É um grande spoiler. Grata.
———————————————————————
Ah, então: são 21 curtas de cinco minutos cada. Xô tentar lembrar alguns:
- Lonely man: daí uma mulher desmaia ao lado do carro e “two less lonely people in the world…”;
- Menina árabe/islâmica que conhece um menino não árabe/não islâmico e a história acaba com os três caminhando serelepes e saltitantes pelas ruas da cidade (bônus: + pai);
- Lonely woman: viaja para Paris e não retorna casada. Absurdo;
- Dead son: ela fica repetindo “mamãe, cowboys ainda existem, é verdade, eu li nos livros”. E um cowboy marca um reencontro entre mãe e filho;
- Velhinhos divorciados, sentados a uma mesa de bar, conversam sobre os trâmites do desquite. Ao término, concluem que ambos adotarão o parceiro alheio e viverão felizes, os quatro;
- Velhinhos brigando de fronte a uma stripper, que lindo;
- Turista – EVITE ENCARAR OS ANFITRIÕES. Aprendi, ok;
- Vamps. O beijo entre essas criaturas consiste em DEVORAR o pescoço do parceiro? Muito original;
- Cabeleireira amarela-ninja-sexy. LOL, Amelie figurou mais que as protagonistas;
- Filha e pai conversam acerca de coisas que remetem ao marido da filha. Mas não, era do filho desta que estavam tratando;
- Casal em lua-de-mel antecipada resolve visitar o cemitério do Père-Lachaise (Morrison está nele, óun). Eles brigam e Wilde ajuda na reconciliação. Que fofo.
Não lembro do resto. Êêê.