March 6, 2008

trapo trapo trapo


Então eu descobri Trapo. Me identifiquei (adeus, gramática) com Trapo, tive vontade de ser Trapo por um único dia, de possuir a máquina de escrever de Trapo, de usar as mesmas drogas que Trapo usou, de morar na pensão em que Trapo morou, de fugir com Trapo, de ter a Magnum com silenciador que Trapo tinha para matar sua imaginação.
E, em menos de meio livro, Tezza conseguiu citar dois autores e duas obras desses autores que fizeram a minha vida ser outra, mais ruim, talvez, porque a verdade é uma bala com estilhaços que se desprendem com o tiro e acertam o alvo em pontos que são de preocupar.
Dani vive. Mais que antes, há que se dizer. E sem fones de ouvido.  

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3 Comments »

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  1. Se você matar a sua imaginação com uma magnum vai virar um trapo de verdade…rsrsrs

    Comment by Guilherme Lima — March 7, 2008 @ 3:48 pm

  2. Graaande Trapo.
    *encerra o assunto pra não parecer ignorante*

    Comment by Anti — March 10, 2008 @ 1:22 pm

  3. allegro ma non trappo

    Comment by Anonymous — March 24, 2008 @ 1:23 am

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