Káqui
Seja razoável: "the best of life is intoxication".
Não são gnomos, Jim. São poesias fáceis ("vira a bunda, gostosa") de um autor anônimo. Adoro autores anônimos: eles existiram para que somente eu os apreciasse. E virasse sedenta as páginas, e sentisse com prazer o cheiro de livro velho e renegado (a biblioteca não o considerou digno de seu acervo).
Reencontrar pessoas queridas é sempre bom, né?
E
entre vácuos, ouvir estrelas.
- Francisco Káqui.
(Terminar textos decentemente é uma arte que desconheço.)
Não achei o livro do Nelson, aquele do negão.
Buááááááá
Comment by Karol — April 11, 2008 @ 11:01 pm
Faltou tanta coisa, bb.
Comment by Karol — April 12, 2008 @ 4:40 pm
Uma das receitas para ser cool é gostar de autores desconhecidos.
Uma vez que aqui há espaço para a bela poesia desconhecida, deixarei alguns versos de um autor que já esqueci o nome:
Bebe! e, se ao cabo da noite escura,
Hora de crimes torpes, medonhos,
Varrer-te acaso da mente os sonhos,
Cerra os ouvidos à voz do povo!
Ergue teu cálice! bebe de novo!
Praticamente uma filosofia de vida.
Shazam!
Comment by Anti — April 15, 2008 @ 2:40 pm
terminar e começar, mas acho que você está no caminho certo, quem disse que precisa terminar bem se o que você quis dizer já estava explicito na primeira frase? Né?
Comment by Guilherme Lima — April 21, 2008 @ 6:14 pm
OK, OK; tu não é cool e eu não sou pinguço.
Agora me diz: quem vai acreditar numa coisa dessas?
Comment by Anti — April 22, 2008 @ 6:55 pm