né?
Daí eu estou fazendo alguma coisa qualquer e me surpreendo questionando meus sentidos.Como se a percepção da vida não se desse nesse nível de existência, e sim em outro. Uma espécie de black-out sensorial: o tato não tateia tanto assim, os olhos duvidam demais do que vêem, os ouvidos fingem que não ouvem. Depois tudo volta e eu lembro do curso de filosofia que eu podia estar fazendo na PUCRS. Como é difícil admitir que escolhas erradas acontecem.