internerds and me
Hoje estive pensando em como a minha relação a internet se modificou. Ganhei uma conexão de presente no dia 27 de novembro de 2005. Eu tinha então 15 anos, e faria 16 no dia 2 de dezembro. Lembro que eu não sabia ao certo o que fazer. Comecei criando uma conta no msn e visitando as salas de bate-papo da UOL. Instalei o kazaa, programa que todos utilizavam, e comecei a baixar as músicas que todos ouviam. Devo ter feito só isso durante um mês. Depois, por influência de uma amiga, criei um blog. Esqueci o nome do primeiro. O segundo começou como ‘divagações de uma mente ébria’ e terminou como ‘divagações ébrias’. Os designs ultra-toscos do blogger me ensinaram que os sites são construídos com códigos e um desses se chama HTML. Aprendi porcamente e passei noites de sábado manipulando templates. Pouco depois da metade do ano de 2006, entrei num fórum nerd. Aprendi demais com ele, de curiosidades idiotas à coisas que me seriam extremamente úteis tempos depois. Terminei o ano assim: viciada num fórum e fazendo downloads de bandas underground. Daí passei no vestibular e saí de casa. Em 2007 e 2008 só tive acesso à internet nos computadores da universidade. Como o tempo era pouco, parei de utilizar fórum. Além das pesquisas para os trabalhos acadêmicos, tudo o que eu fazia era ler o cianeto e felicidade e o wulffmorgenthaler, além de usar a versão demo do stumbleupon entre um parágrafo e outro do trabalho que eu estava escrevendo. Hoje, tenho computador e internet em casa de novo. Não tenho orkut, não uso msn, não uso programas para downloads de músicas. Utilizo muito o skype para conversar com meus pais, e o google talk, para saber quando recebo um e-mail novo. Não uso o fórum por não sentir mais necessidade. Faço downloads de filmes e seriados, raramente de músicas. Ainda mantenho um blog, para ter uma razão para escrever quando o word não satisfaz. O site que mais visito é o “como tudo funciona”, descoberta bem recente.
Internet em casa num computador portátil foi a melhor coisa que me aconteceu esse ano. A segunda melhor foi the big bang theory (terminei toda a segunda temporada ontem). A terceira foi AC/DC. A quarta, cold case. A quinta, bem, a quinta eu ainda não sei. Espero que aconteça no sábado. Hum-dinger!
Tenta House
Comment by Nayana — March 3, 2009 @ 1:02 am
House é do caralho, e a questão não é subestimar a capacidade dos residentes, mas sim não deixar a capacidade deles subir à cabeça e deixá-los humilhados pensando no quanto são idiotas.
Ah, House. :wub:
Comment by Anti — March 11, 2009 @ 6:17 am