interna
Hoje eu lembrei do anão com o machado e tive vontade de dizer a ele tudo o que aqueles dias (e noites) significaram pra mim. Não foi só o afeto gratuito e olhar pra fora da rotina. Foi também o entendimento de um estado mental que ainda não é o meu, mas provavelmente será. E não estou falando de capacidades cognitivas (apesar da inteligência assombrosa da pessoa). Eu tive pena no fim. E não foi dele, foi de mim. Por que eu não faço parte do grupo em que eu pensei estar inserida. Nunca fiz. E a culpa não é minha, é do contexto. Mas, de qualquer forma, eu prefiro ser uma nerd fail a uma bibliotecária de sucesso.
Em suma: adoro-te, Yusa. Apesar de.