adultos são sinceros quando se dirigem a crianças
Leitura e Literatura Infanto-Juvenil, a disciplina mais legal deste semestre (enquanto temática, não enquanto “condução”). Daí fui fuçar nessa categoria de livros na biblioteca em que trabalho. Primeiro a nostalgia, sempre ela, diante de alguns livros da coleção vaga-lume. Depois a vontade de ler tudo de novo e de novo. Duas semanas assim: namorando aquelas prateleiras baixas. Ontem decidi: Saramago pode esperar, porque vontades existem para serem saciadas. Diante da dúvida, comecei com algo que me fez voltar à quarta série: as fábulas de Esopo. Lembro de uma sobre gatos e ratos, em que os ratos, para saberem da aproximação do gato, têm a idéia de colocar-lhe um sino no pescoço. Desconheço o desfecho, mas logo o relembrarei.
O que mais me atrai nos livros dedicados aos pequenos é o conteúdo denso não acobertado pelo suposto intelectualismo adulto. Né?
Será por isso q gatinhos usam sininhos no pescoço até hoje? hehehehe
Comment by Karol — April 23, 2009 @ 3:01 pm
Eu preferia os contos do Talmude.=/
Passei a infância lendo e relendo a edição de 1940 e tantos do Tesouro da Juventude, que meu coroa comprou um pouco antes de eu aprender a ler.
OMG, nostalgia.
Comment by Anti — April 23, 2009 @ 7:48 pm